Política de privacidade
Última atualização: 18 de setembro de 2026
O essencial, em cinco linhas.
- Guardamos o seu nome, o seu celular, o seu e-mail e o que você configurou nos alertas. É o mínimo para o serviço existir.
- Nunca vendemos, alugamos nem trocamos os seus dados com ninguém para fins de publicidade.
- Não guardamos número de cartão, chave Pix nem CPF. Quem recebe o pagamento é o Asaas; o CPF, quando pedido, vai só para ele.
- Você apaga a sua conta sozinho, quando quiser, dentro do painel — e os dados pessoais saem junto.
- Não temos vínculo com a CAIXA. Trabalhamos sobre a lista de imóveis que ela publica para qualquer pessoa.
1. Quem é responsável pelos seus dados
O Leilão Certo é um serviço brasileiro de alertas de imóveis à venda da CAIXA Econômica Federal. Quem decide como os seus dados são usados — o que a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) chama de controlador — é a empresa que opera o Leilão Certo.
Para qualquer assunto sobre os seus dados pessoais, escreva para privacidade@leilaocerto.net. Esse é o canal do encarregado pelos dados. Respondemos em até 15 dias.
2. O que o serviço faz — e o que ele não é
A CAIXA publica, aberta a qualquer pessoa, a lista dos imóveis que ela está vendendo. O Leilão Certo acompanha essa lista todos os dias e avisa você quando aparece um imóvel parecido com o que você pediu. Somos uma ferramenta de descoberta e acompanhamento de informação pública.
Não temos vínculo, parceria, convênio nem autorização especial da CAIXA. Não vendemos imóveis, não participamos do leilão, não intermediamos a negociação e não damos consultoria de investimento.
Não prometemos retorno financeiro, valorização, segurança de investimento nem que um imóvel específico seja um bom negócio. Mostramos preço, avaliação e desconto exatamente como a CAIXA publica, e todo imóvel leva ao anúncio oficial, onde estão o edital, a matrícula e as condições que valem de verdade.
Os dados dos imóveis não são dados pessoais seus: são informação pública. O que é seu, e o que esta política protege, é quem você é e o que você procura.
3. Que dados guardamos, para quê e com que base legal
A lei exige que cada uso de dado pessoal tenha uma justificativa. Abaixo está cada finalidade, com o que ela usa e sob qual base legal.
Sua conta e o seu acesso
Guardamos o seu nome, o seu número de celular, o seu e-mail, o idioma da sua conta e a data do seu último acesso. O celular é o seu login; o e-mail é por onde os avisos chegam hoje, e é pedido quando você vai pagar.
Não existe senha nesta conta. Para entrar, você digita o seu número e recebe um código de seis dígitos. Guardamos esse código embaralhado enquanto ele vale — poucos minutos —, junto com o número a que ele pertence e quantas vezes ele foi tentado; usado ou vencido, ele deixa de existir. Também não há entrada por conta do Google nem verificação em duas etapas: é o próprio código de uso único que faz esse papel, porque entrar exige ter o celular em mãos.
Sua foto de perfil é opcional. Se você enviar uma, ela fica guardada no nosso serviço de armazenamento de imagens e some quando você apagar a foto ou a conta.
Base legal: execução do contrato entre você e nós (art. 7º, V, da LGPD).
O que você está procurando
Cada alerta guarda o nome que você deu a ele, o estado e a cidade, o tipo de imóvel, o preço máximo, o desconto mínimo, o número mínimo de quartos, se você só quer imóveis que aceitam financiamento e por quais canais quer ser avisado.
Isso é dado pessoal seu, e é tratado como tal: essas informações dizem onde você quer morar e quanto você pode pagar. Elas não são usadas para nada além de encontrar imóveis para você e não são vendidas nem compartilhadas com corretores, imobiliárias ou anunciantes.
Também guardamos os imóveis que você salvou como favoritos e quais avisos você já viu no painel.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V, da LGPD). Sem isso não existe alerta.
O envio dos avisos
O aviso por e-mail é o próprio serviço, então ele não depende de uma autorização separada: é o que você contratou, e você o desliga pausando ou apagando o alerta. Não guardamos registro de consentimento para o e-mail, porque não há consentimento a comprovar.
Registro de autorização existe onde ela é de fato coletada, que hoje é só o WhatsApp: ali guardamos o canal autorizado, o número de destino, a data e a hora em que você autorizou e em que revogou, além do endereço de internet e do navegador usados nesse momento.
Guardamos também o histórico dos avisos: quais imóveis entraram em cada aviso, quando ele foi enviado, se chegou e, se falhou, o motivo técnico da falha. Isso é o que nos permite não avisar duas vezes a mesma coisa e reenviar quando algo dá errado.
Hoje o aviso sai por e-mail. O aviso por WhatsApp está construído, mas o nosso número ainda está em verificação na Meta, então o canal não está no ar. Quando entrar, ele só será enviado para quem tiver autorizado esse canal, e a autorização pode ser retirada a qualquer momento.
Mensagens de novidades do produto e newsletter são separadas dos avisos e dependem de uma autorização própria. Recusar novidades não desliga os seus alertas, e desligar um alerta não cancela a sua assinatura.
Base legal: execução do contrato para o aviso por e-mail, que é o serviço que você contratou (art. 7º, V). Para o WhatsApp, quando ele entrar no ar, a base é o seu consentimento (art. 7º, I), e o registro de quando você autorizou existe porque a própria lei exige que o consentimento possa ser comprovado (art. 8º, § 2º).
A sua assinatura e o pagamento
Guardamos o plano contratado, o valor, a moeda, o período da assinatura, a situação (ativa, cancelada, vencida) e os identificadores da cobrança e do cliente no Asaas, que é a empresa brasileira que processa o pagamento.
Não guardamos número de cartão, código de segurança nem chave Pix. Na hora de pagar, você digita nome, CPF, e-mail, celular e endereço na página do Asaas, e esses dados ficam com ele — nós não os recebemos nem guardamos. O que enviamos ao Asaas é o plano, o valor e um identificador da compra.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V) e cumprimento de obrigação legal e fiscal (art. 7º, II).
A segurança do serviço
Guardamos as sessões abertas na sua conta e contamos as tentativas de pedir código, de digitar código e de enviar mensagens, identificadas pelo seu número, pelo seu usuário ou pelo endereço de internet de onde veio a tentativa. É o que impede que alguém fique chutando códigos até acertar o seu.
Esses contadores são apagados sozinhos pouco depois da janela de tempo que eles protegem.
Base legal: legítimo interesse em prevenir fraude e proteger a sua conta (art. 7º, IX, e art. 11, II, 'g', da LGPD).
O suporte
Quando você nos escreve pelo painel ou por e-mail, guardamos o assunto e o conteúdo da sua mensagem, junto com a sua conta, para conseguir responder e para entender problemas que se repetem.
Base legal: execução do contrato e atendimento ao consumidor (art. 7º, V, da LGPD).
A medição de uso do produto
Perguntamos antes de medir. Ao chegar no site, você vê um aviso com duas respostas de mesmo peso, “Pode medir” e “Não medir”. Sem um “sim”, a medição do navegador não começa — e não responder conta como não. Mudou de ideia? Apagar os dados do site no seu navegador faz a pergunta voltar.
Separada dessa, existe a medição feita no nosso servidor, para saber se as coisas funcionaram — por exemplo, que um aviso foi enviado. Ela não grava nada no seu navegador, não acompanha você entre sites e é ligada a um código interno da sua conta. É dela que falamos ao citar legítimo interesse, e você pode se opor pelo nosso e-mail de contato.
Registramos acontecimentos como “entrou no site”, “criou conta”, “criou alerta”, “começou o pagamento”, “pagamento confirmado”, “um imóvel combinou com um alerta”, “aviso enviado”, “abriu um imóvel”, “salvou favorito” e “deixou o acesso vencer”.
Essas medidas não levam nome, e-mail, telefone nem endereço. Elas são ligadas a um código interno da sua conta, que sozinho não identifica você fora do nosso banco de dados. Junto vai a forma do que você fez — por exemplo, o estado do alerta e o desconto mínimo escolhido —, nunca o que identifica você.
Quando algo quebra no serviço, o erro também é registrado para que a gente conserte.
Base legal: o seu consentimento, para a medição feita no seu navegador (art. 7º, I, da LGPD); legítimo interesse em entender e melhorar o serviço (art. 7º, IX), para a medição feita no servidor, que não grava nada no seu navegador.
4. O que não fazemos com os seus dados
- Não vendemos nem alugamos os seus dados pessoais.
- Não usamos o que você procura para montar publicidade sua em outros sites.
- Não repassamos o seu contato para corretores, imobiliárias, bancos ou leiloeiros.
- Não pedimos RG, renda, extrato bancário nem cópia de documento. O CPF só é pedido se você escolher pagar por Pix Automático, porque o Banco Central exige o CPF de quem autoriza — e ele vai direto ao Asaas, sem ficar guardado aqui.
- Não lemos a sua agenda, as suas conversas nem os seus contatos do WhatsApp.
- Não tomamos decisão automatizada que afete os seus direitos: o que o serviço faz é comparar o seu pedido com a lista pública e avisar.
5. Cookies e medição no site
O site e o painel usam cookies para manter você conectado e lembrar preferências simples. Sem eles, você seria desconectado a cada página.
A ferramenta de medição de uso também grava um identificador no seu navegador para saber que duas páginas foram vistas pela mesma pessoa — e ela só começa se você responder que sim ao aviso que aparece na primeira visita. Sem esse sim, nada é gravado por ela.
Você pode bloquear ou apagar cookies nas configurações do seu navegador; isso não impede o uso do serviço, mas pode exigir que você entre de novo com mais frequência.
6. Com quem compartilhamos
Compartilhamos o mínimo necessário, e só com quem faz o serviço funcionar. Nenhuma dessas empresas pode usar os seus dados para finalidade própria.
- Asaas (Brasil) — processa a cobrança. Recebe, na própria página dele, o que você digita ao pagar: nome, CPF, e-mail, celular, endereço e os dados do cartão.
- Empresa que envia os nossos e-mails — entrega os avisos e as mensagens da conta. Recebe o seu e-mail, o seu nome e o conteúdo da mensagem.
- WhatsApp, da Meta — quando o aviso por WhatsApp entrar no ar, o seu número e o texto do aviso passarão por lá para que a mensagem chegue até você. Só acontece se você autorizar esse canal.
- Ferramenta de medição de uso — recebe os acontecimentos descritos acima, ligados a um código interno, sem nome, e-mail ou telefone.
- Serviço de registro de erros — recebe informação técnica sobre falhas do sistema.
- Empresas que hospedam o site, o painel e o banco de dados — guardam os dados para que o serviço rode.
- Autoridades públicas — apenas quando houver ordem judicial ou obrigação legal, e no limite do que for pedido.
Se um dia o serviço for vendido ou incorporado por outra empresa, os seus dados podem ser transferidos junto. Nesse caso avisamos você antes, e esta política continua valendo até que outra a substitua.
7. Onde os seus dados ficam
Parte dos serviços que usamos guarda dados em servidores fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos. A LGPD permite essa transferência quando ela é necessária para cumprir o contrato com você, e é esse o caso aqui. Escolhemos fornecedores que se comprometem, por contrato, a proteger esses dados no mesmo nível exigido pela lei brasileira.
8. Por quanto tempo guardamos
- Conta, alertas e favoritos: enquanto a sua conta existir.
- Histórico de avisos enviados: enquanto a sua conta existir. É o que garante que você não receba o mesmo imóvel duas vezes.
- Registro de autorização do WhatsApp: enquanto a sua conta existir e, depois da revogação, pelo tempo em que ainda possa ser preciso comprovar que você autorizou.
- Mensagens de suporte: enquanto a sua conta existir.
- Contadores de segurança: minutos a horas, conforme a proteção que eles aplicam.
- Registro de pagamento: pelo prazo exigido pela legislação fiscal, mesmo depois de você apagar a conta — mas já sem ligação com você, como explicado abaixo.
9. Quando você apaga a sua conta
A exclusão é feita por você mesmo, no painel, em Configurações → Segurança → Excluir minha conta. Pedimos que você digite a palavra de confirmação porque o que acontece depois não tem volta.
Some de verdade: o seu cadastro, o seu celular, o seu e-mail, a sua foto, as suas sessões abertas, os códigos de acesso pendentes, os seus alertas, os imóveis que combinaram com eles, o histórico de avisos, os seus favoritos, os seus consentimentos e as suas mensagens de suporte. Não marcamos a conta como inativa: apagamos.
Fica, e por quê: se você já pediu para parar de receber mensagens no WhatsApp, guardamos o seu número numa lista de quem não quer ser contatado — e ele continua lá depois de a conta ser apagada. Parece contraditório, e não é: apagar essa linha faria você voltar a receber mensagens se algum dia alguém digitasse o seu número aqui. É o mínimo necessário para respeitar um pedido que foi seu, e essa lista não guarda mais nada além do número e da data. Para sair dela, basta pedir pelo e-mail de contato.
Fica, e por quê: o registro de que um pagamento aconteceu — valor, data, plano e situação. É obrigação fiscal e contábil guardar isso, e a lei reconhece essa exceção ao direito de exclusão (art. 16, I, da LGPD). Esse registro deixa de apontar para você: ele perde o vínculo com a sua conta e vira uma linha de histórico que não identifica ninguém. A empresa que processou o pagamento guarda os dados dela conforme as regras próprias dela.
Se você preferir, pode pedir a exclusão pelo e-mail de contato em vez de usar o painel.
10. Seus direitos, e como usá-los na prática
A LGPD dá a você os direitos abaixo. Nenhum deles custa nada, e nenhum deles depende de justificativa.
- Saber se tratamos dados seus e acessar esses dados: boa parte está visível no painel, em Conta e em Alertas. Para receber tudo de uma vez, peça por e-mail.
- Corrigir dado errado ou desatualizado: nome, celular e e-mail são editáveis no painel, em Conta. Manter o celular atualizado é importante: é por ele que você entra e recebe os avisos.
- Levar os seus dados para outro serviço: peça por e-mail e enviamos o que temos sobre você em arquivo legível.
- Parar de receber os avisos: pause ou apague o alerta no painel, em Meus alertas. O aviso por e-mail é o serviço contratado, não um consentimento à parte, então é o alerta que o liga e desliga.
- Retirar uma autorização: vale para o WhatsApp, quando ele entrar no ar, que é o único canal em que pedimos autorização separada. Retirar a autorização não apaga o que já foi enviado antes.
- Apagar os dados tratados com o seu consentimento: apague a conta inteira em Configurações → Segurança → Excluir minha conta.
- Se opor a um uso baseado em legítimo interesse: escreva para o nosso e-mail dizendo a que você se opõe. É o caso, por exemplo, da medição de uso.
- Saber com quem compartilhamos: a lista está na seção 6, e podemos detalhá-la por e-mail.
- Reclamar: você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ou a um órgão de defesa do consumidor, como o Procon, a qualquer momento — inclusive sem falar com a gente antes.
O caminho para tudo isso é privacidade@leilaocerto.net. Respondemos em até 15 dias. Podemos pedir uma confirmação de que o pedido é seu mesmo — é proteção sua, não burocracia: ninguém pode apagar ou baixar os seus dados se passando por você.
11. Como protegemos os seus dados
O acesso ao site e ao painel é criptografado. Como não existe senha, não existe senha para vazar: entrar exige um código de seis dígitos enviado ao seu celular, que serve uma vez só e vale por poucos minutos. O código é guardado embaralhado enquanto vale, cada pedido novo invalida o anterior e o excesso de tentativas é bloqueado automaticamente. O acesso interno aos dados é limitado a quem precisa dele para operar o serviço.
O que está na sua mão é simples e é o que mais importa: nunca repasse o código a ninguém, nem a quem disser que é do Leilão Certo. Nós nunca vamos pedir o seu código.
Nenhum serviço na internet pode prometer segurança absoluta, e não faremos essa promessa. O que prometemos é: se acontecer um incidente que possa trazer risco ou dano relevante a você, avisamos você e a ANPD, como a lei manda.
12. Menores de 18 anos
O serviço é feito para maiores de 18 anos, porque envolve assinatura paga e decisão de compra de imóvel. Não criamos conta para crianças ou adolescentes conscientemente. Se descobrirmos uma conta assim, ela é apagada. Se você é responsável por um menor e acha que ele criou uma conta, escreva para o nosso e-mail e resolvemos.
13. Mudanças nesta política
Se esta política mudar, a data de última atualização no topo muda junto. Quando a mudança afetar de verdade o que fazemos com os seus dados, avisamos pelos seus canais de contato antes de a mudança valer, e nunca aplicamos um uso novo a dado antigo sem a base legal correspondente.
14. Fale com a gente
Dúvida, pedido ou reclamação sobre dados pessoais: privacidade@leilaocerto.net.